Alunos da 2AE tornam-se autores das próprias revistas

Muito mais do que entender o funcionamento de uma revista, a turma do 2º ano do Ensino Médio do Instituto Anglicano Barão do Rio Branco (IABRB) agora também sabe como executar todas as tarefas para que esta importante publicação chegue às bancas.  Como projeto da disciplina de Língua Portuguesa, a execução de revistas envolve conhecimentos como escrita, correção, criatividade, persuasão e ainda vai além, “este é um projeto da escola e visa fomentar ainda a importância do trabalho em grupo, todos os membros precisam cumprir suas funções para que o material seja concluído dentro do prazo”, destaca a professora Fabíola Onhatte Denti.

A entrega e apresentação da revista, no último dia 14 de agosto, marcou o encerramento do trimestre para a disciplina. “Seja Saudável”, “Cultura Brasileira”, “Valentino”, “Paradoxo” e “Contemporânea” foram os nomes escolhidos pelos grupos. “O esporte era um gosto em comum que nós tínhamos, por isso resolvemos seguir esta linha, relacionando esporte e saúde”, explica Júlia Sartor, da revista Seja Saudável.

Apesar de os temas de cada grupo serem diferentes, a turma está de acordo em relação ao maior desafio do projeto: a edição. “Editar foi uma das maiores dificuldades que tivemos, é um processo trabalhoso e com o qual não estávamos familiarizados”, destaca Gabriel Torres, da Cultura Brasileira. “Apesar de ter sido o maior desafio, editar acabou se tornando o mais legal, pois trabalhamos juntos neste processo e o resultado satisfatório só foi alcançado pelo empenho de todos”, complementa Natália Mariga, da Contemporânea.

Uma revista sobre as pessoas e para as pessoas, esta foi a proposta da Valentino, “a nossa revista traz dica de culinária, entrevistas com pessoas que fazem e fizeram parte da história do Barão/FAE, como a cantora Anna Júlia e a dona Alba Albarello, até um teste criado pelo grupo para que as pessoas possam ver com qual diva do pop o seu perfil mais se encaixa”, conta Leonardo Filipetto. A preocupação com as doenças psicológicas e uma dose de conhecimento prévio sobre o assunto, foram os ingredientes perfeitos para definir a abordagem da Paradoxo, “buscamos um título complexo e ao mesmo tempo simples, esta foi a maneira que encontramos para chamar a atenção para temas como a ansiedade, depressão, síndrome do pânico e bulimia, problemas tão sérios, mas que as vezes são deixados de lado”, enfatiza Marcelo Follador.

Os grupos tiveram cerca de dois meses para planejar e executar as revistas. Ao longo deste tempo, o objetivo foi além de definir temas, pesquisar, e produzir textos, para a entrega do produto final, os estudantes também precisaram criar propagandas e conseguir patrocinadores para seus projetos.

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