Acadêmicas de Pedagogia da FAE conhecem as experiências educacionais da Obra Promocional Santa Marta

No dia 10 de setembro, na disciplina de Educação Não Formal, ministrada pela professora Ma. Flávia Dalla Costa, as acadêmicas do 8º semestre do curso de Pedagogia da Faculdade Anglicana de Erechim (FAE) conheceram as experiências educacionais desenvolvida na Obra Promocional Santa Marta, através do relato da coordenadora pedagógica da entidade, educadora Jussara Fátima Arnold Trierveiller.

Segundo a educadora, a Obra trabalha com vários projetos atendendo a crianças, jovens e adultos, entre eles: Jogar, brincar e contar histórias: uma forma de educar e cuidar – crianças de 04 a 05 anos, atendendo atualmente 35 crianças; Empoderamento Feminino: as adolescentes falam e não se calam – jovens de 14 a 24 anos, atendendo 12 adolescentes; Oportunidades, habilidades e Mudanças – 14 a 59 anos, atendendo 52 pessoas; Focando nos direitos e realinhando os deveres: artesanato, crochê, tricô, trabalhos manuais – 40 a 65 anos; Fortalecendo os vínculos dos adolescentes – 12 a 17 anos; Promovendo a valorização e autonomia feminina (aberto para as famílias que as crianças que fazem parte da Obra); Combatendo a vulnerabilidade com todas as letras, sons e movimentos; Combatendo a vulnerabilidade com comunicação e inclusão.

“Através da socialização das experiências educacionais desenvolvidas na Obra, as acadêmicas tiveram a oportunidade de conhecer o que tanto enfatizamos na disciplina: o campo de trabalho da pedagoga não se limita somente para atuar em espaços escolares formais. A pedagoga está sendo inserida em um mercado de trabalho mais amplo e diversificado, pois a educação deixa de ter como foco apenas o processo ensino aprendizagem em espaços formais, ultrapassando os muros da escola, para diferentes e diversos segmentos como as ONGs, clubes, igrejas, museus, presídios, entre outros. Abre-se um novo espaço para a Educação Não Formal. Cabe à faculdade preparar as pedagogas para que possam desenvolver um bonito trabalho além dos muros da escola”, relata a professora Flávia.

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