Ensino Médio socializa projeto “energia sustentando a humanidade”

Cumprindo o desafio de reconhecer o tema “energia sustentando a humanidade”, sob a ótica das Ciências da Natureza (Biologia, Química e Física) e Matemática, os estudantes do Ensino Médio do Instituto Anglicano Barão do Rio Branco (IABRB) apresentaram seus projetos nesta terça-feira (4). Divididos por turmas, os grupos expuseram a teoria, o funcionamento e também curiosidades sobre as energias solar, hidrelétrica, biomassa, eólica, termelétrica e nuclear.

Pela manhã, os projetos foram socializados com as turmas do 7º, 8º e 9º anos. À tarde, as apresentações envolveram as próprias turmas de Ensino Médio. Além da apreciação das turmas, os trabalhos também contaram com a avaliação de professores do Barão e da Faculdade Anglicana de Erechim. Fabrício Brustolin, professor da área de Ciências Humanas no Barão e na FAE, foi um dos avaliadores dos trabalhos e ressaltou a pertinência ímpar do tema, por se tratar de um dos assuntos de maior relevância mundial: energias.

“Os professores das ciências naturais e matemática, juntamente com seus alunos, estão de parabéns pela organização, clareza nas exposições e ótimas maquetes. O que mais me impressiona, raro em outras realidades, o empenho, dedicação e seriedade dos alunos no desenvolvimento da proposta. Isso é prova de trabalho sério e verdadeiro por parte da escola”, destaca o avaliador.

“Por ser uma das mais limpas, vislumbramos a energia eólica como a energia do futuro, atrelada ao fato de que sua implantação não gera devastação”, enfatizou Vitor Pedroni Sirotenco. A necessidade do vento e os altos custos, no entanto, foram fatores que levaram o grupo a concluir que, apesar de ser a única forma de energia que não produz gases, a eólica deve ser combinada com outras, a exemplo da solar e da biomassa.

Localizada no Sudeste, região que mais consome energia termelétrica no país, a usina Termoverde Caieiras foi apresentada pelo grupo do 2º ano como a maior termelétrica do Brasil. Os estudantes ainda simularam o funcionamento das usinas termelétricas, complementando que no mundo existem 3.400 delas. Após as apresentações, as professoras que orientaram os projetos ressaltaram o comprometimento dos grupos e a forma como cada estudante se portou nas apresentações.

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